A noite de
sexta começou e o que acontecerá agora? A viagem vai começar! Quando bate, bate
forte... Então eu deito e a viagem começa outra vez. Estou em todos os lugares
possíveis, menos aqui – é claro – onde meu corpo se encontra estático, sem
movimento algum, onde até as minhas pupilas se fixam no infinito.
E então no
túnel do tempo eu viajo mais um pouco, e aí estou na Terra da Garoa, no Rio 40
Graus, estou na cidade do sexo, na Terra da Rainha, ou estou na terra do
reggae? Tanto faz o que importa é minha mente, que, no momento está tranquila,
inerte, leve nas ondas do mar... Dançando de acordo com a maré, de acordo com a
brisa, seguindo o ritmo do céu e das estrelas, no balanço da melodia da música
que se esvai da minha cabeça. Vai e volta, vem e vai...
Vamos
apertar os cintos para decolar mais alto! Vamos todos para Marte, Júpiter ou
talvez Plutão – que fora um planeta – que se dane, mudamos de galáxia então!
Vamos fazer novos amigos: ‘Hey Stacy, Helena, Pluteus, Psicodélico, Sweet,
prazer em conhecê-los’... Agora é hora de fechar os olhos, desenhar nossa
imaginação nas linhas do infinito. Vou e volto como se eu estivesse na gravidade
zero, sem peso, sem massa, um átomo qualquer!
As luzes
formam-se um espetáculo maravilhoso, daqueles dignos de um show da Broadway,
elas sobem e descem, andam e desandam, num compasso harmônico!
Ei nave mãe
vou desligar-me, dessa galáxia, desse planeta, desse inferno – sim, estou
derretendo – vou afrouxar os meus cintos e dizer good bye terra da fantasia.
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